segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Deus está morto>>>

“Quando vocês estenderem as mãos em oração, esconderei de vocês os meus olhos; mesmo que multipliquem suas orações não as escutarei” (Isaías. 1:15 a e b/NVI)
Um Deus cego, surdo e mudo – Um Deus morto.
Senhores; como Nietzsche disse, se Deus algum dia existiu, está morto.
Pois, pasmem vocês, Deus morreu.
Morto, como um mortal?
Morto, em um mortal.
Não opina, não decide mais. Não reina?
As igrejas apossaram-se do Deus Criador, mataram-no e publicaram o ridículo.
Suas ridículas mensagens de “fique rico rápido com Jesus”
Suas ridículas pregações de “Dê rápido para Jesus”
Construíram uma grande usina de venda e troca das bênçãos de um Deus morto, que não decide mais quem Ele quer abençoar.
Mataram-no e usaram o seu silêncio.
O colocaram no meio de tudo. No meio da politicagem; da roubalheira; do litígio, na mídia, na feitiçaria. Falcatrua!
A moda agora é usar Deus como desculpa; opção sexual, assassinatos, injustiças, desastres.
Afinal, Deus perdoa tudo, Ele não era misericordioso?
E se algo é injusto, é culpa de Deus! Ele não era misericordioso?
Mataram-no e o culparam por sua morte.
Acontece, senhores, que o Deus que eu conheço não está vivo nestes balburdies insolentes, por isso a insistência, Deus morreu.
O Deus que eu conheço morreu em tais situações. O Deus que eu Conheço morreu assim que estes blasfemos nasceram, foram aos poucos sufocando a sua presença, aos poucos o depositaram no esquecimento.
Mataram-no e desapareceram com o corpo.
Não vejo Deus ao olhar para o lugar que ele costumava viver – nas pessoas, e em seus corações.
Para onde Ele foi? Para onde o levaram? Onde colocaram o seu Nome? Nome de poder!
Nas fachadas das igrejas milionárias, nos livros de auto-ajuda, nos escritos de adesivos e nas traseiras dos caminhões.
Deus resolveu dar-nos a liberdade que tanto queríamos. A liberdade de ir para onde queremos ir. De fazer o que achamos melhor (mais prazeroso) sem medir as conseqüências. Resolvemos viver como cães, cães que voltam ao vômito. Sem equilíbrio. Desprezamos o Seu poder, a Sua santidade, fizemos de tudo para roubar a posição de Deus. Satisfazemos o nosso Ego, perdemos o controle!
E com essa liberdade, onde fomos parar?
Vejam, nos distanciamos da verdade, estamos longe e é difícil demais voltar sozinhos.
Oras, e porque fomos? Para ver além da esquina?
Oras, o que encontramos?
Agora sabemos que estamos perdidos e que não conseguimos voltar. Não conseguimos encontrar o Deus.
Deus morreu? Bem, porque tenho visto que Ele não está no que dizem que Ele está.
Fizeram do bicho, fadas madrinhas. Da bruxaria, filme de criança. Da insinuação, culto.
É o fim da do viver, e o começo do sobreviver de Deus.
Deus morreu? Você o matou!
O matou com teorias, com hipóteses infundadas, com a desconfiança assassinou-o. O Afogou com a religião. Com egocentrismo, queimou, o.
Qual o que Corolários!
Deus é soberano! Não é homem para que morra!
Ele vive!
O braço do Senhor não está tão encolhido que não possa salvar, e o seu ouvido tão surdo que não possa ouvir. Mas as SUAS MALDADES separaram vocês do seu Deus; o seus pecados esconderam de vocês o rosto Dele, por isso Ele não os ouvirá. Pois as suas mãos estão manchadas de sangue, e os seus dedos de culpa. Os seus lábios falam mentiras, e a sua língua murmura palavras ímpias.
Ninguém pleiteia sua causa com justiça, ninguém faz defesa com integridade. Apóiam-se em argumentos vazios e falam mentiras; concebem maldade e geram iniqüidade. (Isaías. 59; leia Isaías 58/NVI)
O dia que Deus morreu...
Morreu para você, morreu nas igrejas, morreu para a humanidade.
E quando você vir procurando socorro?
Quando não houver mais saída, e for só por e com Deus? A quem irás clamar? A um Deus morto? Ao mesmo Deus que você matou, que educadamente pediu-lhe licença para fazer o que bem entende?
Irás desesperadamente gritar pelo socorro e esperar que o Deus que você matou te ajude?
Tenhamos eqüidade, e sejamos razoáveis. Responda a você mesmo:
Se Deus ainda vive em nós, onde ele vive? Onde podemos vê-lo presente? Quais são as suas atitudes que revelam o Deus Vivo e onipotente?
Aliás, novamente com eqüidade, Contribuímos com o quê, para que todos os dias seja o dia da morte de Deus?
Abstendo-nos da normal rebuça, onde ficamos? Com que caras ficamos?
“Cresce a quizila em meu coração cada vez que o enxergo de frente.”
Sejamos tão eloqüentes como de costume, retornemos ao princípio, analisemos a nós mesmos e O exumaremos?
Pai, por favor, perdoa-nos!
“As suas mãos estão cheias de sangue! Lavem-se! Limpem-se! Removam suas más obras para longe da minha vista! Parem de fazer o mal, aprendam a fazer o bem! “Venham, vamos refletir juntos”, diz o SENHOR. “Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve”” (Isaías. 1: 15c,16,17a, 18 a e b/NVI)
Pai perdoa-nos, por favor!

Um comentário:

Malvina Malvada disse...

Caro Almir, entendo o que vc expos aqui, mas acha realmente que isso vai trazer à reflexão. Quando diz "Não vejo Deus ao olhar para o lugar que ele costumava viver – nas pessoas, e em seus corações"......essa é a verdade, é tão dependende da vontade de cada um que o sentimento de impotência é muito grande. Vejo isso todos os dias no lugar que convivemos - e vc sabe aonde - acho que pelo menos ali todos já tiveram direito a escolha....